Blog Coccinella

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“Tudo é sério e nada é sério”

Olá pessoas!  O post de hoje é especial para o companherismo entre os cães e seus donos. Como passei duas semanas longe do meu estou super agarrada nele, o que quase me fez desistir de postar hoje. Bom como toda sexta feira em que eu escrevo, hoje é dia de fotografia. Apesar de eu ser meio piradinha, eu ainda não encontrei nenhuma forma de cachorro
fotografar, mas conheço um fotógrafo que tornou esses bichinhos o foco de muitas de suas fotografias. O fotógrafo de hoje é Elliot Erwitt.

“Quando uma foto é boa sou de acordo, mas quando ela é muito boa, ela escapa à razão, é quase uma magia, nada com o que o fotógrafo vê ou deseja conscientemente. Quando a foto chega, ela vem facilmente como um presente, sem que se precise de análise. Como Napoleão dizia: “IREMOS, DEPOIS VEREMOS…””

Filho de emigrantes russos, nasceu em 1928. Morou parte da sua infância na Itália, e graças ao fascismo foi morar na Califórnia, segundo ele: “ Sou americano graças a Mussolini”.

Foi em um dia folheando um livro que Elliot descobriu a fotografia mais espontânea. Ele ficou impressionado com a fotografia de uma estação de trem, de ninguém menos que Henri Cartier Bresson. Foi assim que decidiu se mudar para Nova York, já que nada de muito interessante acontecia na Califórnia.

Sua primeira foto a ser reconhecida foi quando ainda estava servindo ao exército. Foi onde ganhou o concurso para o Jornal LIFE, com fotos que havia tirado dos soldados no seu ofício.

Uma das primeiras séries sobre o tema “cachorros” foi em um suplemento de domingo do New York Times. Era uma foto de moda sobre calçados femininos. “Decidi fotografar do ponto de vista do cachorro – eles não são os que mais gostam de sapatos?”.

Como Erwitt é um fótografo que gosta de brincar com o sorrir para uma fotografia, encontrou na relação cachorros e donos um prato cheio para passar emoção, leveza e graça para os amantes de fotografia e o resto do mundo.

Aqui vai uma parte de uma matéria feita com Elliot Erwitt: “Às vezes, o humor encontra-se dentro da fotografia, não dentro daquilo que se fotografou. Podemos fotografar a mais picante das situações e ter uma foto sem vida, onde nada se passa. Ao contrário, podemos fotografar nada, alguém limpando o nariz, e dar uma foto magnífica. Já ouvi comentários que algumas fotos minhas são tristes e outras engraçadas – TRISTES E ENGRAÇADAS, SERÁ QUE NÃO SÃO AS
MESMAS COISAS ? Na realidade dizer que existe humanismo nas minhas fotos é o maior elogio que poderiam me fazer. Se minhas fotos ajudam as pessoas a verem o mundo diferente, é sem dúvida ver as coisas sérias de uma maneira menos séria – TUDO É SÉRIO E NADA É SÉRIO !”

Bom por hoje é isso, espero que você tenham gostado do post. Agora vamos torcer por um solzinho nesse final de semana para aproveitarmos ainda mais nossos bichinhos.

Referências:

http://www.girafamania.com.br

http://ophotografico.blogspot.com.br

http://www.photosynt.net/ano2/03pe/pe.htm

http://www.lomography.com.br/

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Publicado às 21/09/2012 por em Fotografia e marcado , , .
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